Aquela folha de cálculo que partilhas com o teu parceiro? Um de vocês não a abre há três meses. E ambos o sabem. Não porque alguém deixou de se importar. Porque o registo manual de despesas por duas pessoas num ficheiro é um sistema que exige o dobro da disciplina e tolera zero erros. Uma pessoa esquece-se de três compras — e o orçamento inteiro passa a ficção.
Uma app de orçamento familiar recolhe automaticamente as transações das contas bancárias dos dois e mostra uma imagem financeira comum — sem ninguém escrever nada à mão. Segundo o inquérito europeu do bunq (2025), até 39% dos casais jovens mantêm as finanças totalmente separadas — e mesmo assim partilham a renda, o supermercado e as contas. Este artigo mostra como ter uma visão comum das despesas da casa, e que app o torna realmente possível em Portugal.
O essencial
- Até 39% dos casais jovens europeus mantêm o dinheiro totalmente separado, mas partilham as despesas da casa (bunq, 2025)
- As apps dos bancos só se ligam a um banco — inúteis quando o casal tem contas em bancos diferentes
- A DABOX da CGD, a primeira app de open banking em Portugal, foi descontinuada em 2024 — o mercado ficou sem agregador nacional
- As apps financeiras têm só 4% de retenção ao dia 30 — a automatização é a única forma de aguentar (AppsFlyer, 2022–2025)
- A Martia liga contas de vários bancos europeus num só painel — orçamento partilhado sem conta conjunta
Porquê uma app de orçamento familiar e não uma folha de cálculo?
Uma app de orçamento familiar é uma ferramenta que acompanha automaticamente os rendimentos e as despesas de um agregado — sem introdução manual de dados. Segundo a AppsFlyer (2022–2025), as apps financeiras na Europa têm uma retenção de apenas 19% no primeiro dia, que cai para 4% ao dia 30. As apps que sobrevivem são as que não exigem esforço diário.
As folhas de cálculo são poderosas. Também são o método de orçamento mais abandonado. Não por falta de disciplina — mas porque uma folha exige no dia 90 o mesmo esforço do dia 1. Não há benefício acumulado. Todas as semanas fazes o mesmo trabalho pelo mesmo resultado.
Porque é que as folhas falham quando duas pessoas fazem o orçamento
Uma folha exige que as duas pessoas façam o mesmo: registar cada despesa, todos os dias, sem esquecer nada. Com uma pessoa é difícil. Com duas — é um sistema com dois pontos de falha. Um dos dois tem uma semana complicada no trabalho, esquece uma semana de registos, e a folha mostra metade da verdade. Um orçamento que mostra metade da verdade é pior do que nenhum — cria uma falsa sensação de controlo.
Uma app com sincronização bancária automática resolve isto na origem. Não é precisa disciplina — só uma ligação única da conta. Tudo o resto acontece sozinho. Se queres os fundamentos passo a passo, lê o guia completo do orçamento familiar.
Orçamento familiar na Europa — 2026
Fontes: bunq European Survey 2025, AppsFlyer 2022–2025, INE 2024
Como gerir um orçamento partilhado — conta conjunta ou separada?
Um orçamento familiar partilhado é um plano de despesas combinado em que os dois veem a imagem financeira completa — independentemente de quantas contas têm e em que bancos. Os casais organizam tipicamente as finanças de uma de três formas.
Modelo 1: tudo em conjunto
Uma conta comum, todas as despesas do mesmo bolo. O modelo mais simples — mas exige confiança total e nenhuma necessidade de autonomia financeira. Rendimento conjunto de 2 500 € líquidos? Tudo entra numa conta que paga a renda, a comida, as contas, o lazer e a poupança.
Modelo 2: despesas comuns partilhadas, o resto separado
Dividem as despesas comuns (renda, supermercado, contas) — o resto cada um gasta da sua conta. Este modelo respeita a autonomia dos dois. Mas tem um problema: se um ganha 1 600 € e o outro 1 000 €, dividir a meias não é justo. Por isso muitos casais dividem proporcionalmente ao rendimento.
Modelo 3: híbrido — conta conjunta mais contas pessoais
Rendimento conjunto de 2 500 € líquidos. Transferem 1 900 € para uma conta comum para os custos fixos e a poupança. Os restantes 600 € ficam nas contas pessoais, livres para qualquer coisa. Ninguém tem de justificar um café de 1 €. Mas os objetivos comuns — renda, crédito habitação, fundo de férias — estão controlados.
Uma situação que conheces
Um ganha 1 600 €, o outro 1 000 €. Têm contas em bancos diferentes — um na CGD, o outro no Millennium bcp. Renda partilhada, supermercado partilhado, mas subscrições e hobbies separados. No fim do mês, a pergunta: "afinal quanto é que gastámos juntos?" — e nenhum dos dois sabe responder. Porque cada um só vê a própria conta. Isso não é um problema da relação. É um problema de ferramenta.
Seja qual for o modelo, o essencial é o mesmo: os dois precisam de ver a imagem completa. E isso exige uma ferramenta que junte dados de várias contas — não só de um banco. Antes de escolher, vale a pena perceber para onde vai o dinheiro hoje — e depois planear com o guia de planeamento das despesas mensais.
Contas em bancos diferentes? Uma só vista
A Martia liga contas da CGD, Millennium bcp, Novo Banco, Santander, BPI e outros bancos europeus num só painel. Os dois veem todas as transações — sem abrir conta conjunta.
Que apps de orçamento familiar há em Portugal?
As apps de orçamento em Portugal dividem-se em três categorias: manuais ou de importação (escreves cada despesa ou importas extratos), apps dos bancos (automáticas mas presas a um banco) e multi-banco com sincronização automática. Cada uma tem pontos fortes — mas quando duas pessoas partilham um orçamento, uma categoria desmorona-se quase de imediato.
Apps manuais e de importação — Boonzi, YNAB, Monefy
O Boonzi é o software português de finanças pessoais mais conhecido — importa extratos bancarios por ficheiro e categoriza-os, com 30 dias de teste gratuito e depois licença paga (há um modo gratuito limitado). O YNAB é a referência mundial do método dos envelopes — a filosofia "cada euro tem um trabalho" é genuinamente boa — mas custa cerca de 13 € por mês e não tem integração com bancos europeus. O Monefy é simples e barato, mas exige registar tudo à mão. O padrão comum: o esforço é teu — importar ficheiros ou escrever despesas, multiplicado por dois num casal.
Apps dos bancos — Caixadirecta, Millennium, Revolut
Categorização automática, gratuitas, bem desenhadas. A limitação é uma, mas é crítica: cada uma só funciona com o próprio banco. Se tu estás na CGD e o teu parceiro no Millennium, cada um vê metade das finanças da casa. Houve uma exceção histórica: a DABOX da CGD, a primeira app de open banking em Portugal, agregava contas de vários bancos — mas foi descontinuada em janeiro de 2024 e integrada na Caixadirecta. Desde então, não existe agregador nacional independente dos bancos.
Apps multi-banco — Martia
Ligam-se a vários bancos ao mesmo tempo por open banking. Vês as transações da CGD, do Millennium bcp, do Novo Banco, do Santander e de outros num só sítio. Categorização automática, gratuita. Para um orçamento familiar gerido a dois — a única categoria que resolve o problema das "contas em bancos diferentes". E na Martia falas com ela em português: perguntas "quanto gastámos no supermercado este mês?" e a resposta vem das vossas transações reais.
Comparação de apps de orçamento familiar — tabela 2026
Uma comparação de apps de orçamento familiar deve dar prioridade ao que importa nas finanças partilhadas — suporte multi-banco, acesso partilhado e acompanhamento automático. Em agosto de 2026:
| App | Bancos PT | Registo | Multi-banco | Casais | Preço |
|---|---|---|---|---|---|
| Boonzi | Importação de extratos | Manual / ficheiro | Sim (por ficheiro) | Sim (versão paga) | Trial 30 dias / licença |
| YNAB | Não | Manual | Não | Sim (login partilhado) | ~13 €/mês |
| Monefy | Não | Manual | Não | Não | Grátis / Pro |
| Caixadirecta (CGD) | Só CGD | Automático | Não | Não | Grátis |
| Revolut | Só Revolut | Automático | Não | Conta conjunta | Grátis / Premium |
| Martia | CGD, Millennium, Novo Banco, Santander, BPI… | Automático | Sim | Sim (painel partilhado) | Grátis |
Olha para a coluna "Casais". É o filtro que separa esta comparação de um ranking típico de apps de orçamento. A maioria das ferramentas assume um único utilizador. Um orçamento familiar, por definição, envolve pelo menos duas pessoas.
Mito vs. realidade
Mito: "Basta um de nós gerir o orçamento — o outro só tem de acompanhar."
Realidade: Segundo o inquérito europeu do bunq (2025), 42% dos casais em coabitação em França admitem esconder despesas do parceiro, e 29% no Reino Unido fazem o mesmo. Um orçamento gerido por uma pessoa não é um orçamento partilhado — é o palpite de uma pessoa sobre o que a outra gasta. Os dois precisam de ver os mesmos dados.
Orçamento automático ou manual — o que funciona melhor para casais?
O orçamento automático é um método em que a app vai buscar as transações diretamente à conta bancária e categoriza as despesas sozinha. O manual exige escrever cada despesa à mão. Para uma pessoa, qualquer um pode funcionar. Para duas — a diferença é brutal.
Segundo a AppsFlyer (2022–2025), as apps financeiras europeias retêm apenas 4% dos utilizadores ao fim de 30 dias. Ou seja, 96 em cada 100 pessoas que descarregam uma app de orçamento deixam de a usar num mês. Com registo manual, o abandono é ainda maior, porque cada registo em falta degrada a qualidade dos dados.
Porque é que o registo manual não funciona a dois
Sejamos francos. Registar despesas à mão exige disciplina. Para uma pessoa, é um desafio. Para duas, é um sistema que pode falhar de duas maneiras em vez de uma. Um de vocês tem uma semana difícil, esquece-se de registar umas compras — e o orçamento deixa de refletir a realidade.
A sincronização automática elimina isto. As transações entram no orçamento sem nenhum dos dois mexer um dedo. A única coisa que fazem juntos é olhar para os dados e decidir. É uma conversa completamente diferente de "porque é que não registaste o supermercado".
O que é o orçamento automático?
O orçamento automático é uma forma de gerir o orçamento familiar em que a app vai buscar as transações diretamente à conta bancária através de open banking (o standard europeu PSD2) e as atribui automaticamente a categorias. Sem registo manual — o orçamento atualiza-se sozinho depois de cada pagamento com cartão ou transferência.
O Método do Painel Partilhado da Martia — orçamento a dois em 5 minutos
O Método do Painel Partilhado da Martia é um processo de três passos para começar um orçamento familiar partilhado numa app — sem abrir conta conjunta. A configuração demora 5 minutos. A revisão semanal, outros 5.
1. Liguem as duas contas
Cada um liga a sua conta bancária na Martia por open banking. São 2 minutos por pessoa. Não partilham nenhuma password — cada um inicia sessão na janela oficial do seu banco. A partir desse momento, todas as transações das duas contas aparecem num só painel.
2. Definam limites partilhados em 3 categorias
Não orcem tudo de uma vez. Comecem pelas três categorias onde mais gastam juntos: supermercado, casa, comer fora. Definam um limite mensal para cada uma. Tudo o resto — despesas pessoais, hobbies, subscrições — fica sem limite, para já. Menos regras = menos probabilidade de abandono.
3. Revisão semanal — 5 minutos, juntos
Uma vez por semana — o café de domingo, o pequeno-almoço de segunda, o que funcionar — abram o painel e revejam juntos. Não é para pedir contas um ao outro. É para os dois terem a mesma imagem. "Gastámos 380 € no supermercado este mês — o limite é 400 €. Sobram 20 € para a última semana." E pronto. Sem culpas. Só dados.
Adam, fundador da Martia
Do fundador
Eu tinha 6 contas em 4 bancos e zero visão de conjunto. Com a minha parceira tentámos duas vezes uma folha partilhada — abandonada ao fim de três semanas, das duas vezes. Não por falta de vontade. Por falta de uma ferramenta que funcione sozinha. Foi por isso que construí a Martia — para que o orçamento da casa exija decisões, não disciplina.
Quando o orçamento partilhado estiver a rodar, o passo natural seguinte é construir um fundo de emergência a dois.
Martia — a IA com quem falas sobre o dinheiro da casa
Perguntas em português — "quanto gastámos no supermercado este mês?" ou "onde estamos a pagar a mais?" — e recebes a resposta com base nas vossas transações reais. Sem folhas de cálculo, sem registos à mão.
O que ter em conta ao escolher uma app de orçamento familiar
Escolher a app de orçamento familiar é a decisão que determina se o orçamento sobrevive ao primeiro mês. Eis cinco critérios que contam — por ordem de importância.
Integração com os bancos portugueses
O filtro crítico. Se a app não se liga ao teu banco, tens de escrever cada despesa à mão. E o registo manual mata orçamentos — sobretudo quando são duas pessoas. Verifica se a app suporta o teu banco (e o banco do teu parceiro) por open banking.
Suporte multi-banco
A app do banco mostra as transações de uma conta. Um orçamento familiar é a soma das despesas de todas as contas — a tua, a do teu parceiro, a conjunta (se existir). Sem multi-banco, vês um fragmento, não o todo. Desde o fim da DABOX, em Portugal só as apps independentes multi-banco resolvem isto.
Categorização automática
Uma boa app reconhece o tipo de transação e atribui-a a uma categoria (supermercado, transportes, contas). Sem isto, estás a categorizar centenas de transações à mão — 200 a 400 operações por mês num agregado de duas pessoas.
Acesso partilhado
Os dois precisam de ver o mesmo painel. Se só um tem acesso, não têm um orçamento partilhado — têm uma pessoa a monitorizar a outra. Isso cria tensão, não colaboração.
Custo vs. valor
O YNAB custa cerca de 13 € por mês (156 € por ano). Se te ajudar a poupar 50 € por mês, paga-se ao quarto mês. Mas uma app gratuita com sincronização automática (como a Martia) dá o mesmo resultado sem o custo de entrada — num país onde o ganho mediano líquido é 980 € (INE, 2024), 156 € por ano não é um detalhe. Se antes de orçamentar precisas de perceber o ponto de partida, começa por descobrir para onde vai o teu dinheiro.
Perguntas frequentes
Uma app de orçamento familiar é segura?
As apps que usam open banking (como a Martia) ligam-se ao teu banco através do standard europeu PSD2 — o mesmo enquadramento legal que regula os próprios bancos. Nunca partilhas a password do banco com a app: inicias sessão na janela oficial do teu banco, com a autenticação habitual. A app recebe apenas acesso de leitura às transações, sem qualquer possibilidade de fazer pagamentos ou transferências, e podes revogar o acesso a qualquer momento. É mais seguro do que exportar extratos em ficheiros e guardá-los no computador.
Qual é a melhor app de orçamento familiar gratuita?
Entre as opções gratuitas em Portugal tens o Monefy (versão básica, registo manual), as apps dos próprios bancos como a Caixadirecta ou a app do Millennium bcp (automáticas, mas limitadas às contas desse banco) e a Martia (sincronização automática com vários bancos europeus, incluindo os principais portugueses). O Boonzi, software português, tem 30 dias de teste gratuito e depois um modo gratuito limitado — a versão completa é paga. O YNAB tem trial e depois custa cerca de 13 € por mês. Para um casal com contas em bancos diferentes, o critério decisivo é o multi-banco — e aí a escolha gratuita é a Martia.
Como partilhar o orçamento familiar com o parceiro?
A forma mais simples: os dois ligam as respetivas contas bancárias numa app que agrega transações de vários bancos. Definem limites partilhados em 3 categorias (supermercado, casa, comer fora) e fazem uma revisão semanal de 5 minutos, juntos. Não é preciso abrir conta conjunta nem partilhar passwords — cada um liga a sua conta e ambos veem o mesmo painel. A Martia permite ligar contas de bancos diferentes num único painel, por isso a pergunta "quanto gastámos juntos este mês?" passa a ter uma resposta concreta.
Precisamos de uma conta conjunta para ter um orçamento partilhado?
Não. Segundo o inquérito europeu do bunq (2025), até 39% dos casais jovens no Reino Unido mantêm o dinheiro totalmente separado — e a tendência é semelhante no resto da Europa. Mesmo assim, a maioria partilha a renda, o supermercado e as contas da casa. Uma app de orçamento multi-banco liga contas de bancos diferentes — ficas com a visão completa das finanças da casa sem abrir conta conjunta. A conta conjunta é uma escolha de organização do casal, não um requisito técnico.
Que app de orçamento se liga aos bancos portugueses?
Em agosto de 2026: as apps dos bancos ligam-se apenas ao próprio banco (a Caixadirecta mostra a CGD, a app do Millennium mostra o Millennium). A DABOX da CGD — a primeira app de open banking em Portugal, que agregava contas de vários bancos — foi descontinuada em janeiro de 2024. O Boonzi importa extratos de bancos portugueses, mas manualmente, por ficheiro. O YNAB não tem integração com bancos europeus. A Martia liga-se por open banking (Enable Banking) aos principais bancos portugueses — CGD, Millennium bcp, Novo Banco, Santander, BPI — e a mais de 2500 bancos na Europa.
Uma folha de cálculo chega para o orçamento de um casal?
Em teoria funciona, mas exige que as duas pessoas registem à mão cada transação. Segundo dados da AppsFlyer (2022–2025), as apps financeiras têm apenas 4% de retenção ao fim de 30 dias — e o registo manual tem taxas de abandono ainda maiores. Com duas pessoas, o problema duplica: basta um dos dois esquecer-se de registar algumas compras e o orçamento inteiro perde a precisão. Um orçamento que mostra metade da verdade é pior do que nenhum — cria uma falsa sensação de controlo. A sincronização automática resolve isto na origem.
O que aconteceu à DABOX da CGD?
A DABOX foi lançada pela Caixa Geral de Depósitos em 2018 como a primeira app de open banking em Portugal — permitia agregar contas à ordem de vários bancos e categorizava as transações automaticamente. Foi descontinuada em janeiro de 2024 e as suas funcionalidades foram integradas na app Caixadirecta, que se destina a clientes CGD. Na prática, isto deixou um vazio no mercado português: quem quer agregar contas de bancos diferentes numa app independente tem hoje de recorrer a apps multi-banco como a Martia, que se liga aos principais bancos portugueses por open banking.
Fontes
- bunq (2025), 39% of young UK couples keep money separate — highest in Europe, press.bunq.com
- AppsFlyer (2022–2025), Europe Finance App Trends — Retention Benchmarks, appsflyer.com
- ING International Survey, Economic climate takes toll — almost a third in Europe do not have any savings, ing.com
- INE (2024), Inquérito ao Emprego — ganho mediano mensal líquido (980 €), ine.pt
- CGD (2019), App DABOX aberta a clientes de todos os bancos, cgd.pt (a app foi descontinuada em janeiro de 2024 e integrada na Caixadirecta)
- Boonzi, Software português de finanças pessoais, boonzi.pt