Porque é que uma conta em dólares desalinhava o teu património líquido?
Se parte das tuas poupanças está em dólares ou em libras, o gráfico em euros vale o que valer a taxa de câmbio por trás dele. Com uma taxa fixa ou desatualizada, o património líquido começa a andar sozinho: umas vezes sobrevaloriza o que tens, outras subvaloriza, mesmo sem nada ter mudado na conta.
Isto nota-se se guardas poupanças em moeda estrangeira na Revolut, ficaste com dólares de uma viagem ou recebes de fora. Nesse caso queres um retrato real das tuas finanças, não uma aproximação que se desmancha em saldos maiores.
Como é que a Martia calcula agora?
O património líquido, a composição de ativos e as secções de ativos passam a usar taxas de câmbio atuais em vez de uma conversão fixa no código. Ou seja, saldos em USD, GBP ou DKK entram na vista em euros de uma forma que corresponde melhor ao que a conta bancária representa.
Não é um gráfico novo nem um controlo novo — é a mesma vista do património com números que batem melhor certo com a realidade. Se acompanhas o património mês a mês, isto conta: fica mais fácil perceber se estás mesmo a poupar mais ou se só estavas a olhar para a taxa de câmbio errada.
Perguntas frequentes
Sim. Os saldos em moeda estrangeira são convertidos com taxas atuais, por isso o património líquido em euros reflete melhor o estado real do que tens.
Não. Se uma conta não está na tua moeda principal, a Martia inclui essa moeda automaticamente no património líquido e na composição de ativos.
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