Uma app de finanças para casais é uma ferramenta que mostra aos dois o dinheiro da casa a partir dos movimentos reais do banco, sem obrigar a abrir uma conta conjunta. Segundo o 4.º Inquérito à Literacia Financeira do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (2023), 55,5% dos portugueses tomam as decisões do dia a dia sobre dinheiro em conjunto com o cônjuge ou companheiro. Decidir a dois é a regra. Ver os mesmos números, nem sempre.
O essencial
- Não precisam de conta conjunta: uma app com open banking lê as contas de cada um, e a conta coletiva é só uma das formas de organizar a casa
- Regra das 3 Carteiras Martia: despesas fixas comuns em proporção ao rendimento, uma carteira pessoal para cada um e um objetivo comum
- Entre quem vive com o parceiro, 88,3% decide a gestão do dinheiro em conjunto (CNSF, 2023)
- Dez minutos por semana de revisão a dois chegam quando os movimentos entram sozinhos
- Segurança do open banking: só leitura, na janela do teu banco, sem dar a palavra-passe a ninguém
Porque é que os casais precisam de uma app para o dinheiro a dois?
Gerir o dinheiro a dois é conseguir ver o quadro inteiro: rendimentos, despesas e objetivos dos dois, no mesmo sítio. O problema é que esse quadro raramente existe. Cada um vê a sua conta. Ninguém vê o todo.
E decidem juntos na mesma. No inquérito do CNSF de 2023, 58,3% dos inquiridos viviam com o cônjuge ou companheiro, e entre estes 88,3% diziam tomar em conjunto as decisões sobre a gestão do dinheiro. Em 2020, a proporção de quem decidia com o parceiro era de 48,5%; em 2023 subiu para 55,5%. Decisões a dois com informação a meias são o terreno perfeito para mal-entendidos.
O problema de fundo dos casais: informação a meias
Um recebe 1 500 € líquidos, o outro 1 000 €. Juntos, 2 500 € por mês. Mas a luz da EDP sai por débito direto da conta de um, o supermercado paga-o o outro com cartão, e a renda sai por transferência programada de quem a combinou com o senhorio. No fim do mês, nenhum dos dois sabe quanto gastaram juntos. Nem quanto sobrou aos dois.
Uma app de finanças para casais resolve exatamente isto. Não vos diz como viver. Mostra os números, os mesmos para os dois, sem espalhar extratos na mesa da cozinha. Se vivem com filhos, o guia do orçamento familiar com filhos acrescenta as despesas que eles trazem.
Conta conjunta, contas separadas ou as duas: que modelo escolher?
O modelo de gestão do dinheiro num casal é a forma como os dois repartem rendimentos e despesas entre contas comuns e individuais. Não há um modelo "certo". Em Portugal, uma conta com mais do que um titular chama-se conta coletiva, e pode ser solidária (qualquer titular a movimenta sozinho), conjunta (cada movimento precisa de todos os titulares) ou mista (Banco de Portugal, Portal do Cliente Bancário).
Três modelos de contas para um casal, lado a lado.
| Critério | Conta coletiva | Contas separadas | Modelo híbrido |
|---|---|---|---|
| Transparência | Total: está tudo no mesmo sítio | Baixa: cada um vê a sua | Alta: comum mais pessoal |
| Autonomia | Pouca: dinheiro de todos | Total: cada um decide | Mantida: carteiras pessoais |
| Risco de conflito | Médio: cada compra fica à vista | Alto: falta o quadro geral | Baixo: regras claras |
| Papel da app | Útil: categorizar | Essencial: juntar o quadro | Muito útil: seguir as carteiras |
| Para quem | Casais com orçamento totalmente comum | Início da relação, rendimentos muito diferentes | A maioria dos casais |
Contas separadas dão autonomia. Porque é que não chegam?
Contas separadas dão a sensação de independência: ninguém comenta as tuas compras. O problema aparece na hora de dividir as despesas comuns: renda, contas da casa, férias, a prenda para a sogra. Sem um quadro comum, começam as estimativas, as negociações e os ressentimentos. Não é desconfiança. É falta de ferramenta.
Uma app com open banking permite ter contas separadas e ver o que é comum. Cada um fica com as suas contas, e as despesas da casa ficam à vista. O guia sobre o orçamento partilhado sem conta conjunta aprofunda este modelo.
Casais portugueses e dinheiro: os números
Fontes: CNSF, 4.º Inquérito à Literacia Financeira (2023), INE, Inquérito às Despesas das Famílias 2022/2023
Regra das 3 Carteiras Martia: como dividir o orçamento de um casal?
A Regra das 3 Carteiras Martia é um modelo de orçamento para casais que junta responsabilidade comum e liberdade individual. Em vez de uma conta comum ou de duas separadas, criam três "carteiras", cada uma com um objetivo claro.
As 3 Carteiras
Carteira 1, despesas fixas comuns: renda ou prestação, luz, água, gás, telecomunicações, supermercado, seguros. Os dois contribuem em proporção ao rendimento.
Carteira 2, carteiras pessoais: cada um tem o seu valor para as despesas de escolha própria: hobbies, roupa, jantares com amigos. Sem explicações.
Carteira 3, objetivo comum: fundo de emergência, férias, obras, entrada para a casa. Um valor decidido a dois, que entra todos os meses.
Como fica com números concretos?
Imagina: tu recebes 1 500 € líquidos por mês e o teu parceiro 1 000 €. Juntos, 2 500 €. A proporção dos rendimentos é de 60% para 40%.
- Despesas fixas comuns: 1 500 € por mês. Tu pões 900 € (60%), o teu parceiro 600 € (40%). Cobre, por exemplo, a renda, as contas da casa, o supermercado e os seguros.
- Carteiras pessoais: sobram-te 600 € e ao teu parceiro 400 €. Cada um gasta como quiser, sem perguntas.
- Objetivo comum: 200 € por mês, tirados das carteiras pessoais na mesma proporção (120 € e 80 €), para o fundo de emergência ou para as férias.
Para o dinheiro comum passar de uma conta para a outra, chega uma transferência programada no dia a seguir ao ordenado, ou um MB WAY no início do mês. E os subsídios de férias e de Natal são uma boa ocasião para reforçar a Carteira 3 de uma vez.
Com uma app que categoriza sozinha, cada um vê quanto já saiu das suas contas para as despesas comuns, sem folha e sem contas de cabeça. Na Martia, perguntas "quanto gastei em supermercado este mês?" e a resposta vem dos movimentos reais das contas que ligaste.
Quanto gastam, de facto, em casa? Pergunta à Martia
Liga as tuas contas e pergunta, em português, "quanto saiu este mês para as despesas da casa?". A Martia responde com os teus movimentos reais, já categorizados. Sem folha de cálculo e sem discussões por causa de talões.
O que exigir de uma app de finanças para casais?
Uma boa app de finanças para casais dá-vos um quadro comum sem vos obrigar a juntar as contas. Parece simples, mas a maior parte das apps de orçamento foi desenhada para uma pessoa só. Eis o que confirmar.
Movimentos que chegam sozinhos do banco
Registar despesas à mão, a dois, é pedir o dobro da disciplina. A app deve ligar-se aos bancos portugueses por open banking, para que os movimentos, incluindo o débito direto da luz, o pagamento com cartão no Continente e o MB WAY do jantar, entrem sem ninguém escrever nada. O guia sobre sincronizar a conta bancária com uma app explica como isto funciona por dentro.
Várias contas e vários bancos
Um casal tem pelo menos duas contas, e muitas vezes mais: a de cada um, a poupança, a Revolut. A app tem de juntar bancos diferentes. As apps dos bancos, como o Caixadirecta ou a App Millennium, já agregam contas de outros bancos, mas só para os seus clientes. O guia sobre várias contas bancárias num só sítio compara as opções.
Categorização automática
Para saber quanto gastam juntos em comida ou transportes, os movimentos das duas contas têm de cair nas mesmas categorias. À mão, ninguém o faz. A categorização automática põe o Pingo Doce no supermercado e a Galp no combustível, seja de quem for o cartão.
Controlo sobre o que se partilha
No open banking, o acesso autoriza-se na janela do próprio banco, com as credenciais de homebanking de quem o pede. Por isso, cada pessoa liga as contas a que acede. Na Martia, cada pessoa tem a sua conta e vê as contas que ela própria ligou: hoje, cada um usa a Martia com os seus bancos e pergunta no chat, e a partilha de contas entre parceiros dentro da app está a ser disponibilizada aos poucos, ainda não para todos. Se têm uma conta coletiva para a casa, basta que um dos titulares com acesso a ela a ligue, e as despesas comuns ficam à vista de quem a ligou.
Segurança: nunca dês a palavra-passe do banco
Uma app de finanças nunca deve pedir a palavra-passe do banco. No open banking, autenticas-te na janela oficial do teu banco, e a app recebe só a leitura dos movimentos: não faz transferências nem muda nada na conta. A Martia liga-se através da Enable Banking e nunca movimenta dinheiro. O acesso é reconfirmado no teu banco no máximo de 180 em 180 dias, e alguns bancos pedem-no antes.
E as apps que já existem em Portugal?
No top 40 gratuito de Finanças da App Store portuguesa, a 30 de agosto de 2026, as apps mais próximas de um orçamento de casal eram de divisão de contas: o Splitwise (14.º) e o Tricount (24.º). Resolvem o acerto de "quem pagou o quê", mas não são apps de orçamento. O Spendee tem carteiras partilhadas, com a interface em português do Brasil, como explica a comparação com o Spendee.
Como começar a gerir o orçamento a dois numa app: 5 passos
Gerir o orçamento a dois numa app começa com uma conversa e uma ligação ao banco; o resto passa a acontecer sozinho.
Passo 1: escolham o modelo
Conta coletiva, contas separadas ou híbrido. Decidam que despesas são comuns e por que conta vão sair. Se escolherem uma conta coletiva para a casa, confirmem se é solidária ou conjunta: muda a forma de pagar no dia a dia.
Passo 2: cada um liga os bancos de que é titular
Cada pessoa autoriza a ligação na janela do seu banco, no seu telemóvel ou no computador. Ninguém precisa de saber a palavra-passe do outro. Se um usa iPhone e o outro Android, confirmem que a ferramenta funciona igual nos dois: o guia sobre apps de despesas para Android e iPhone mostra o que verificar.
Passo 3: montem as 3 Carteiras
Sentem-se um quarto de hora. Decidam o que é comum (renda, supermercado, contas da casa) e o que é pessoal (hobbies, roupa). Calculem a proporção dos rendimentos e agendem as transferências. 8 a 10 categorias chegam: mais do que isso é confusão, menos é pouco detalhe.
Passo 4: revisão semanal de dez minutos
Domingo à noite, um café, os números. Vejam juntos o que saiu na última semana das despesas comuns. Não é para acertar contas, é para ver. "Gastámos 120 € em refeições fora esta semana. Queremos isso?" É uma conversa, não uma auditoria.
Passo 5: balanço mensal
Ao fim de um mês, vejam o que funciona. Talvez a proporção precise de acerto, talvez uma categoria esteja a mais. Ajustem. É este passo que transforma um hábito num sistema, e ao fim de três meses a revisão semanal fica mais curta, porque os dois já sabem o que procurar.
Os erros mais comuns dos casais com o dinheiro a dois
Os erros mais comuns na gestão do dinheiro a dois não são de valores: são de hábitos. Casais que não falam de dinheiro não discutem menos. Discutem mais tarde, e com mais força.
Erro 1: "logo se vê" em vez de um sistema
Sejamos francos: o "logo se vê" funciona enquanto corre tudo bem. Quando aparece uma despesa inesperada, como uma reparação do carro ou a conta do dentista, começam as perguntas: "sai de que conta?", "mas da última vez fui eu que paguei...". Um sistema, mesmo simples como as 3 Carteiras, acaba com estas conversas.
Erro 2: dividir 50/50 com rendimentos diferentes
Se um ganha 2 000 € e o outro 1 000 €, dividir 1 200 € de despesas comuns a meias quer dizer que quem ganha menos entrega 60% do ordenado e quem ganha mais entrega 30%. Não é "justo". É aritmética. A divisão proporcional ao rendimento iguala o esforço e tira a sensação de injustiça.
Erro 3: controlar cada compra do outro
Finanças a dois não são vigilância. Se a app serve para comentar cada café do parceiro, o problema não é o café. É a confiança. As carteiras pessoais existem para que cada um tenha espaço sem ter de se explicar. E pronto.
Não falar de dinheiro não é harmonia
Não discutir não quer dizer estar de acordo. Às vezes quer dizer evitar o tema. Uma revisão semanal curta, com os mesmos números para os dois, transforma o silêncio numa conversa. E uma conversa de dez minutos sai muito mais barata do que uma discussão ao fim de seis meses.
Falem com a Martia sobre o dinheiro da casa
Perguntas em português, "quanto gastei em supermercado em setembro?" ou "onde é que estamos a gastar mais?", e a resposta vem das tuas transações reais. A Martia custa 9 € por mês ou 59 € por ano.
Recomendação rápida
- Orçamento da casa a partir dos bancos: Martia — open banking em bancos portugueses, categorias automáticas e perguntas em português de Portugal.
- Só acertar quem pagou o quê: Splitwise ou Tricount — divisão de contas entre duas ou mais pessoas; não são apps de orçamento.
- Carteiras partilhadas num painel: Spendee — carteiras partilhadas, com a interface em português do Brasil.
Perguntas frequentes
Uma app de finanças para casais obriga a ter conta conjunta?
Não. As apps que usam open banking, como a Martia, ligam-se às contas de cada pessoa, e a conta conjunta é só uma das formas de organizar o dinheiro da casa. No open banking, o acesso autoriza-se com as credenciais de homebanking, na janela do próprio banco, por isso cada pessoa liga as contas a que acede no seu homebanking. Se têm uma conta coletiva para as despesas da casa, basta que um dos titulares com acesso a essa conta no homebanking a ligue.
O meu parceiro vê todos os meus movimentos se usarmos a mesma app?
Depende da app, e é a primeira coisa a confirmar. Na Martia, cada pessoa tem a sua conta e vê as contas que ela própria ligou: ninguém vê os teus movimentos por usar a mesma app. O acesso ao banco é só de leitura, dá-se na janela do teu banco e podes retirá-lo quando quiseres. Hoje, cada um usa a Martia com os seus bancos e pergunta no chat; a partilha de contas entre parceiros dentro da Martia ainda não está aberta a todos e está a ser disponibilizada aos poucos.
Conta conjunta, contas separadas ou as duas: qual é o melhor modelo para um casal?
Não há um modelo certo para todos. Uma conta coletiva junta tudo e dá transparência, mas tira autonomia. Contas separadas dão autonomia, mas escondem o quadro geral. O modelo híbrido, com uma conta ou uma carteira para as despesas comuns e o resto separado, serve a maioria dos casais. A Regra das 3 Carteiras Martia organiza esse modelo: despesas fixas comuns pagas em proporção ao rendimento, uma carteira pessoal para cada um e um objetivo comum.
Qual é a diferença entre conta solidária e conta conjunta?
Em Portugal, uma conta com mais do que um titular é uma conta coletiva, e há três tipos, conforme a forma de a movimentar (Banco de Portugal, Portal do Cliente Bancário). Numa conta solidária, qualquer titular a movimenta sozinho. Numa conta conjunta, cada movimento precisa da autorização de todos os titulares. Numa conta mista, as regras combinam as duas, como ficar escrito no contrato. Para as despesas do dia a dia de um casal, a solidária é a mais prática; a conjunta protege mais, mas torna cada pagamento mais lento.
Quanto custa uma app de orçamento para casais?
A Martia custa 9 € por mês ou 59 € por ano. O Spendee, conhecido pelas carteiras partilhadas, tem o plano Premium a 5,99 € por mês ou 39,99 € por ano na App Store portuguesa, com a interface em português do Brasil. As apps dos bancos não têm custo à parte, mas juntam contas de outros bancos só para os seus clientes. Apps para dividir contas, como o Splitwise ou o Tricount, resolvem o acerto entre os dois, mas não são apps de orçamento.
Ligar a conta bancária a uma app é seguro?
Nas apps que usam open banking, sim. A Martia liga-se aos bancos através da Enable Banking, ao abrigo da diretiva europeia PSD2. Nunca dás a palavra-passe do banco à app: autenticas-te na janela do teu próprio banco, que autoriza só a leitura de saldos e movimentos. A Martia nunca movimenta dinheiro. O acesso tem de ser reconfirmado no banco no máximo de 180 em 180 dias (Regulamento Delegado (UE) 2022/2360), e alguns bancos pedem-no antes; quando termina, a app mostra o banco com um botão para voltar a ligar.
Como dividir as despesas quando um ganha mais do que o outro?
A forma mais justa costuma ser a divisão proporcional ao rendimento, não o 50/50. Exemplo: um recebe 1 500 € líquidos por mês e o outro 1 000 €, 2 500 € no total. A proporção é 60% para 40%. Se as despesas fixas comuns são de 1 500 € por mês, um põe 900 € e o outro 600 €. Cada um contribui com a mesma percentagem do que ganha, não com o mesmo valor. O guia do orçamento partilhado sem conta conjunta mostra o cálculo com mais detalhe.
Casais devem entregar o IRS em conjunto ou em separado?
Depende dos rendimentos de cada um. Casados e unidos de facto podem optar pela tributação conjunta, com uma única declaração; se não escolherem essa opção, cada um é tributado em separado, que é a regra. No IRS automático, o casal pode comparar a proposta de liquidação em separado com a conjunta, e a conjunta tende a compensar quando um ganha muito mais do que o outro ou quando um não teve rendimentos (DECO PROteste, 2026). Vale sempre a pena comparar as duas antes de entregar.
Que app de finanças é melhor para casais em Portugal?
Depende do problema que querem resolver. Para acertar quem pagou o quê, uma app de divisão de contas como o Splitwise ou o Tricount chega. Para ver o orçamento da casa a partir dos bancos, precisam de uma app com open banking. A Martia liga-se a bancos portugueses, categoriza os movimentos sozinha e responde em português de Portugal a perguntas como "quanto saiu da conta da casa em supermercado este mês?". O Spendee tem carteiras partilhadas, mas fala português do Brasil. As apps dos bancos juntam contas, mas só para os seus clientes.
Fontes
- Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (2024), Relatório do 4.º Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa 2023, todoscontam.pt
- INE (2023), Inquérito às Despesas das Famílias 2022/2023, ine.pt
- Banco de Portugal (2026), Portal do Cliente Bancário: titularidade e movimentação, clientebancario.bportugal.pt
- DECO PROteste (2026), IRS em conjunto ou em separado, deco.proteste.pt
- Apple App Store (2026), top 40 gratuito de Finanças em Portugal, consultado a 30 de agosto de 2026, itunes.apple.com
- Spendee (2026), ficha na App Store portuguesa, consultada a 30 de agosto de 2026, apps.apple.com
- Regulamento Delegado (UE) 2022/2360 da Comissão, eur-lex.europa.eu